Queriiidíssimooo Dom Octavio, que maraviilhaaa estar mais uma vez aqui!!! É interessante quando olhamos para trás e percebemos o quanto mudamos, não só no âmbito físico, mas, sobretudo, no psicológico.
Digo isso porque, quando eu tinha uns 14 ou 15 anos o ideal de felicidade para mim estava mais que traçado: eu, como nerd q era, imaginava que seria uma supeer profissional marvilhosamente bem paga, tornaria-me linda, como nas comédias românticas teen, conheceria “ooo cara”: tão perfeito quanto eu seria…hahaha..quanta besteira!!!!
Atualmente, uma década depois, não alcancei esses objetivos e, sinceramente, isso não me causa nenhuma frustração…beeeem, no que se refere às finanças, não acharia ruim a possibilidade de trabalhar menos e auferir mais
…mas, nada é perfeito!!!
Na realidade, essas idéias pré-fabricadas de felicidade são meio que produto da mídia do conhecido “american way of life”…. utopiaaa… Inexiste receita para o sucesso, não fosse assim, não existiriam milionários deprimidos!!
Mas, no meu caso específico, é importante definir a minha “epifania”, quando eu me dei conta disso… Bem, no meio acadêmico em que me inseri era mais que normal ambicionar tudo aquilo que eu, na minha adolescência, desejava…
Entretanto, a convivência com aquelas pessoas que, em sua grande maioria, em nada me acrescentaram, fizeram com que eu começasse a repensar acerca do caminho que eu trilharia dali para, possivelmente, o restante da minha vida.
Porém, o ápice da mudança da minha concepção aconteceu numa bela festa em que fui há uns 4 anos..eu, deprê total porque tinha acabado de levar um belooo fora de um “carinha perfeito”: recém-formado, futuro promissor, apadrinhado por um mega profissional da área.
Neste dia, um cara muito bonito, mas com um jeito garotão se aproximou de mim com a seguinte pergunta: “Gata, malha onde?” hahaha… era tão destoante da minha realidade uma pessoa daquelas (era personnal trainner).
Mas, da mesma forma que o “Eduardo e Mônica”, nós mantivemos contato e começamos um namoro… Que surpreendente: nunca me diverti tanto (aprendi que axé é bom demais), nunca alguém tinha me feito perceber o quanto eu era importante, tinha um humor mutio inteligente: as sacadas irônicas eram perfeitas, ou seja, em poucos dias, desfizeram-se todos os meus pré-conceitos acerca dos “Johny’s Bravos”: eles têm coração sim!!
Óbvio que existiam aspectos em que divergíamos: eu, mais calma, ele, totalmente farrista; eu, mais estudiosa, ele, sem o menor “saco” para a leitura. Enfin, passou…porque tudo passa.
Mas, a lição ficou. Que maravilhoooosa é a imperfeição, que fantástico são os opostos…essa situação específica me fez pensar: “já pensou se eu tivesse me limitado àquela idéia pré-concebida de felicidade… eu nuunca teria descobertoo o quanto o simples é fascinante”.
Para finalizar, deixo aqui o vídeo de um filme que pareceee demais com esse tema Vida em sete dias “Life or something like that” [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=vw-hi_750s0] Beijos e abraços





